Tomara-que-caia: moda cada vez mais brasileira
Uma variação dos corseletes do século 15, o tomara-que-caia surgiu em 1946, quando o figurinista Jean Louis criou um modelo de cetim para a atriz Rita Hayworth usar no filme Gilda.
Nos anos 1950, o estilista Balenciaga fez esse decote com corpo justo e saia rodada, que é copiado até hoje. “Por causa das barbatanas e da estrutura rígida, o tomara-que-caia afina a cintura e mantém a postura reta”, explica Fran Scheck, modelista a Escola Sigbol Fashion, de São Paulo. Atualmente, ele é o modelo preferido das noivas e das atrizes de cinema em noites de gala.
(No Filme “Os homens preferem as Loiras” Marilyn Monroe abusou do modelo tomara-que-caia).
Dicas contemporâneas:
- O tomara-que-caia valoriza tanto o colo e os seios que você deve dispensar os colares.
- O macacão fica feminino e sensual com esse decote, por isso evite-o no ambiente de trabalho.
- O tomara-que-caia fica legal em vestidos de festas
- Esse modelo valoriza o colo
- Quem tem corpo curto não deve usar. Porque fica sem espaço entre o pescoço e a cintura.
- Seios grandes são um complicador. O vestido muito estruturado joga os seios para cima, junto aos braços.
- Tomara-que-caia exige cintura fina. Estômago saliente fica mais saliente ainda. De perfil, fica feio.
- As costas precisam ser magras. Senão, o vestido faz umas pregas, uns rolinhos nas costas, alem de saltar gordura por cima.
- Quem tem seios pequenos precisa ajustar o vestido ao corpo como uma segunda pele, não pode ser frouxo, senão despenca.
- Não há limite de idade. O mais importante para vestir bem um tomara-que-caia é a qualidade dos braços. Mulheres mais velhas com braços razoáveis podem ficar elegantes com vestidos sem alça, no modelo apropriado.
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